Muitas marcas de higiene prometem conseguir tornar qualquer pessoa mais atrativa para o sexo oposto, e a Old Spice levou este conceito ao extremo.
Um dos vídeos tem como espaço a praia, onde um Robot com aspeto de um homem, mal acabado e desajeitado, tem sucesso com as mulheres, apenas porque cheira bem e apesar de todas as suas tentativas para arruinar isso.
O cancro da mama é sempre um assunto sensível, especialmente para as mulheres dos Emirados Árabes. Para gerar atenção para o assunto, foram organizados 50 taxis cor-de-rosa com motoristas femininas. No entanto, a surpresa encontrava-se no cinto de segurança, que tinha um caroço. Vejam o resultado em baixo:
Em Paris, a ONG Doctors of the World criou uma máquina que todos os minutos faz um cartão com o nome de alguém que morreu devido a complicações de parto ou abortos clandestinos. Era lançado o desafio às pessoas de pegarem num dos cartões e enviá-lo ao responsável pelos direitos da mulher. Agora existe, também, o formato online.
Segundo uma pesquisa feita, 6 em 10 mulheres não vão para o trabalho sem se maquilharem e, a verdade é que, uma grande parte aproveita o tempo de condução para o fazer devido à pressa matinal. De modo a alertar para o perigo que é colocar maquilhagem durante a condução, a MINI desenvolveu uma acção que conseguiu assustar as mulheres de uma forma que estas não se esquecerão facilmente. A ideia foi colocar um airbag na casa-de-banho que ficava activo sempre que as mulheres se aproximavam do espelho para se maquilharem. Certamente uma acção que não agradaria a todas!
A escravatura é um problema mais actual do que as pessoas querem acreditar. O tráfico humano e a escravização sexual estão cada vez mais invisíveis aos olhos das pessoas e, por isso mesmo, a ONG criou uma acção com o propósito de chamar à atenção para este problema tão ignorado nos dias de hoje.
A ideia foi levar o tráfico de mulheres às ruas onde toda a gente o pode ver. Com um camião transparente, foi impossível aos que andavam na rua não prestarem atenção ao que estava a acontecer. No camião encontrava-se um grupo de mulheres em sofrimento e com sinais de abuso, representando toda a barbárie que é a escravatura no século XXI.
Quantas foram as vezes que ouviram uma mulher dizer que está gorda ou que tem rugas sem realmente assim o ser? E quantas foram as vezes que vocês, mulheres, falaram de algo que não gostam em si e ouviram a outra pessoa dizer: "Não digas isso, tu estás linda!"? Imensas, não é verdade?
A Dove criou, desta forma, uma campanha que pretende mostrar a todas as mulheres do mundo que elas são mais bonitas do que julgam. Para isso, foi pedido a um grupo de mulheres para elas se sentarem atrás de uma cortina e se descreverem enquanto eram desenhadas. De seguida, foi também pedido a essas mesmas mulheres para passarem algum tempo com uma pessoa desconhecida. Essas pessoas desconhecidas fizeram, de seguida, uma descrição do que viram.
No final, os resultados foram impressionantes e mostrou a dificuldade que as mulheres têm em ver a sua própria beleza!
O Red Light District em
Amesterdão é um lugar sempre "divertido". Principalmente para
turistas, este lugar está de tal forma referenciado que ir a Amesterdão e não
ver todas as mulheres semi-nuas iluminadas por um vermelho encantador é quase
pecado. Temos todo o tipo de pessoas no Red Light District, um número imenso de
homens, novos e velhos, casais de mãos dada, turistas japoneses (por norma
equipados com grandes câmaras - apesar das fotografias às meninas serem
proibidas), jovens "divertidos" e até habitantes locais. Um
choque para uns, uma festa para outros, a verdade é que quem passa olha e
ninguém fica indiferente. Assim, a organização Stop the Traffik, organizou uma
acção de guerrilha numa das mais polémicas zonas da Europa. Com o objectivo de
lançar um alerta para o tráfico humano, neste caso específico, direcionado para
a prostituição, as vitrines ganharam uma dinâmica diferente e as tão famosas
meninas iniciaram uma coreografia atraindo a atenção de quem passava. No final
da coreografia, a mensagem era simples: "Todos os anos é prometida, a
milhares de mulheres, uma carreira como bailarinas, na Europa Ocidental.
Infelizmente elas acabam aqui".
Uma mensagem a ser levada em conta, não só em Amesterdão, como
no resto do Mundo.